A
seguir, considere-se uma interseção de um raio de uma perspectiva com
um anel situado num plano. O anel tem um raio de um perspectiva interior
e outro exterior. Em primeiro lugar, determina-se onde o raio intercepta
o plano que contém o anel. A equação do plano é:
Esta é a equação geral, mas pode-se escolher um sistema
de coordenadas situado no plano, forçando o parâmetro D a ser sempre
0. Um aspecto agradável desta equação é que o vetor (a,b,c) é o vetor
normal ao plano. Conseqüentemente, o denominador da equação é o produto
escalar do vetor normal ao plano com a direção do raio; o numerador
é o produto escalar do vetor normal ao plano com a diferença entre a
origem do sistema de coordenadas do plano e a origem do raio.
Depois de substituir o valor de T obtido na equação
anterior, gera-se um vetor da origem do plano coordenado até o ponto
de interseção.
Agora, como achar o comprimento do vetor?
R: Simples, basta você retornar a raiz quadrada do produto escalar do
vetor por ele mesmo. Este comprimento estará numa variável que chamaremos
futuramente de "rad". Se acontecer de "rad" estar entre os valores dos
raios internos e externos de das perspectivas do Anel, o raio intercepta
o anel.