JOTA LAGO (40 pts)

GABRIEL SPORCH (53 pts)

AMAURY BENTES (123 pts)

RÔMULO NUNES (32 pts)

DAUTON JANOTA (255 pts)

SÁVIO PONTE (39 pts)

GÉRIO (93 pts)

MANGOOST (80 pts)

DAAFY (55 pts)

ILVA RUDEV (90 pts)

STICKMAN (155 pts)

SASHA GUDEY (235 pts)
Treinamento PontoFlash de Flash e ActionScript

Como vestir um modelo com objetos (roupas) arrastáveis?

Gostaria de saber pra que servem os levels?

Um relógio digital mo formato HH:MM:SS

Como faço para importar uma variável e usa-la numa ação do Flash?

Como aplicar um efeito alpha (fade out) em um outro swf de nivel superior aberto através do loadmovie?

Plugin do Flash Player

Algumas dicas sobre o operador Modulo (%).

Porque a extensão PHP3 não está funcionando no meu servidor Apache?

Quero um mouse trail que tenha vários objetos que juntam no final.

Como colocar elementos separados por vírgula em uma posição específica de um array?

Preciso rodar um AVI no flash com controladores: PLAY, PAUSE, STOP.

Como usar os métodos de desenho do Flash?

Como fazer para o flash puxar um texto de um arquivo externo?

Alguém sabe como evitar o cachê da máquina do usuário para um SWF?
RIA está vindo com tudo

Motion Guide (guia de movimento).

Detectando funções de browser usando ASP

Objeto XML - introdução.

Loop Mixer.

Mouse trail.

Objeto Color

Controlar movimento de uma máscara

MP3 player

Envio de um arquivo SWF por e-mail

Entendendo como funciona um preloader - Segunda parte

Menu dinâmico a partir de um xml.
Animação frame by frame

Corrente

Botão vai e volta

BarrasCrescentes

Line trail e random

Blur

Duas casas decimais

Stereo Control

Textfind

Pintar

Velocímetro

Loading trail
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A história do Flash.
por Vicente Jr.

   O Flash não nasceu nas mãos da MACROMEDIA... Na verdade ele foi "adotado" de uma empresa chamada FUTURE WAVE.

   Quando nasceu, este software era chamado de SPLASH.

   A Tecnologia deu personalidade diferenciada a esta ferramenta, já que suas animações eram bem leves, e por seu conteúdo VETORIAL resultavam em um arquivo que se transferia muito rapidamente através, até mesmo de uma conexão não muito boa...

   Já fazia algum tempo que a própria MACROMEDIA trabalhava para estabelecer-se com conteúdo vetorial na Internet. Para isso, investia no FREEHAND. Já na área de animação interativa para WEB, a melhor solução era o SHOCKWAVE gerado pelo DIRECTOR. Porém o resultado obtido através do Director não se aplicava a todos os direcionamentos do desenvolvedor, já que em alguns casos, onde ele viria como um simples detalhe, acabava por tornar-se inviável, decorrente ao tamanho do arquivo que era necessário ser transferido para a máquina do "visitante".

   Enfim,. a MACROMEDIA comprou a empresa FUTURE WAVE, "engolindo" toda a equipe da tal empresa. Assim, alguns meses depois o software era lançado no mercado, estrategicamente com o nome de FLASH 2, o que fez com que o SPLASH passasse a ser conhecido como FLASH 1.

   Na versão lançada pela Macromedia foi incluído o AFTERSHOCK, que era um utiliário que permitiu a automatização do processo de publicação do conteúdo gerado pelo FLASH 2. Isso foi um passo muito importante para a popularização do software, já que seu aprendizado era muito fácil, bem como a manutenção do trabalho final de publicação. Trouxe ainda a possibilidade de trabalho com som... o que tornou seu conteúdo ainda mais atraente.

   Assim, o FREEHAND foi esquecido como solução de ilustração vetorial para WEB. Porém, no caso do DIRECTOR, o impacto, apesar de grande, não causou o seu desaparecimento, como era imaginado. O DIRECTOR se manteve como uma solução alternativa para recursos mais específicos como o trabalho sobre base de dados e recursos inteligentes de programação através do LINGO. Até hoje o DIRECTOR é uma ferramenta que cada vez mais, além de atender muito bem ao mercado de desenvolvimento de multímía OFF-LINE (CD-ROMS, PRESENTATIONS, etc), cada vez mais volta-se a WEB. A versão 8 do produto é voltado para a integração total com a Web. É uma solução mais pesada, mas mais poderosa que o Flash em recursos de interatividade e trabalho com outras mídias, como por exemplo VÍDEO.

   Na versão 3 do FLASH, foram implementados uma serie de ACTIONS que permitiam um trabalho mais rico em relação a interatividade. Agora era possível carregar várias animações, uma sobre a outra, e ainda estabelecer comunicação entre elas. Adicionalmente vieram os efeitos de cor e a compactação estava ainda mais poderosa. O AFTERSHOCK também sofreu algumas modificações e tornou-se ainda mais poderoso.

   Já na versão 4, a impressão foi de que a MACROMEDIA tinha resolvido colocar no mercado um outro software. Atendendo aos requisitos que milhões de usuários, a ferramenta tornou-se ainda mais PROFISSIONAL ganhando detalhes importantes na sua interface. A grande novidade foi a implementação do algorítimo de compactação, que agora permite usar o MP3 como formato de saída para o som. Porém o formato de entrada (importação) continua sendo o WAVE/AIFF. Outra GRANDE novidade foi a implementação de ACTIONS, que acabou por dar nascimento ao ACTION SCRIPT, que permite programação de recursos na animação. Isso permitiu ainda o trabalho com o processamento externo de dados, que provém da capacidade do Flash de LER e ENVIAR dados para Scripts escritos em qualquer linguagem voltada para a Web que retorne resultados padronizados (ASP, COLDFUSION, PHP, PERL, etc). Nesse ponto, outra implementação importante foi a possibilidade de RECEBER dados dos usuários e manipula-los através de campos editáveis, ou para ser mais claro, agora é possível criar formulários personalizados no FLASH . Houveram ainda implementações nas Ferramentas de desenho, Ferramentas de Inspeção e não menos importante, na metodologia de desenvolvimento, que minimiza a possibilidade de erros por parte do desenvolvedor. O AFTERSHOCK foi eliminado e seus recursos agora estão imbutidos no próprio FLASH. Hoje as possibilidades são realmente limitadas a imaginação do desenvolvedor.

   O futuro do FLASH ainda é capaz de gerar muita expectativa por parte dos desenvolvedores. Como solicitações para a próxima versão, é especialmente citada, a maior integração com a saída para QUICKTIME. Espera-se ainda a possibilidade de importação direta do formato MP3, já que hoje o usuário tem que valer-se de software de terceiros para transformar MP3 em WAV. Outras solicitações apontam para melhorias no trabalho interno de aplicação e sincronismo de som, bem como a implementação da interface de desenvolvimento de programação. São esperadas também, soluções como os BEHAVIORS do Director e do Dreamweaver para otimizar a tarefa de programação. Mas o que finalmente virá, fica a encargo da MACROMEDIA, responder.

   Até pouco tempo, o FLASH 4 era único em sua finalidade: Gerar conteúdo rico para a WEB, baseado na tecnologia vetorial. Porém, recentemente a ADOBE, lançou o FUTURE SPLASH, que apesar de causar um sorriso enorme a classe de usuários das soluções ADOBE, veio sem recursos suficientes para fazer juz ao seu CODENOME : FLASHKILLER. Por outro lado, seu lançamento serve de alerta e até de modelo, para que a MACROMEDIA atenda a outras solicitações dos desenvolvedores, como edição de curvas com ferramentas baseadas no estilo Bézier de edição.

   E por incível que pareça, pareceu até ser irônico se não fosse fantástico, a resposta da Macromedia veio com o FREEHAND 9, que dá todas as capacidades PROFISSIONAIS de edição vetorial, TOTALMENTE integrado ao FLASH 4. É possível criar conteúdo no FREEHAND 9 e imediatamente exportá-lo no formato SWF do FLASH 4. Com isso, outra implementação no FLASH 4 veio após quase 1 ano do seu lançamento: A possibilidade de IMPRIMIR conteúdo personalizado, controlado pelo desenvolvedor, a partir de uma animação em FLASH, o que acaba de integrar novamente o FREEHAND, como uma solução para distribuição de conteúdo na WEB.

   Enfim, o FLASH hoje pode ser considerado um PADRÃO para o desenvolvimento de conteúdo rico, de fácil e abrangente distribuição, baseado na tecnologia vetorial, valendo-se de recursos multimídia para causar uma experiência de impacto aos seus expectadores. Tando é que diversos desenvolvedores de aplicativos que geram conteúdo para a Web, criam funções em seus produtos para dar saída no formato SWF, que é o formato compreendido pelo plugin Flash Player e Shockwave Player.



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